Como isso é calculado
custo por uso = preço ÷ (usos por mês × 12 × vida útil em anos)
O custo por uso divide o preço por cada vez que a coisa realmente lhe serve: preço ÷ (usos por mês × meses de vida útil). É a métrica que justifica o caro diariamente e condena o barato ocasional - botas de US$ 200 usadas 20 vezes por mês durante três anos custam 28 centavos por uso, enquanto um utensílio de cozinha de US$ 40 usado duas vezes custa US$ 20 por uso.
A entrada honesta é a do meio. Compramos para a pessoa que planejamos ser (academia diária! Cozinha semanal!) e usamos como a pessoa que somos. Estimar os usos a partir do comportamento real do mês passado, e não das intenções do próximo mês, é toda a habilidade deste cálculo – e a razão pela qual o equipamento de exercício mais sofisticado tem o pior custo por uso na maioria das casas.
A métrica também reabilita a qualidade: se a versão bem feita durar três vezes mais, pode custar o dobro e ainda ganhar por uso. Esse é o argumento “compre para o resto da vida” em forma aritmética – a durabilidade é um desconto, distribuído ao longo dos anos.
Perguntas frequentes
O que é um “bom” custo por uso?
Não existe uma barra universal - uma capa de chuva de US $ 3 por uso que mantém você seco é melhor do que uma bugiganga de US $ 0,10 por uso com a qual você não se importa. A função do número é a comparação: entre candidatos, ou entre a compra e o aluguel/empréstimo.
Como isso se aplica às assinaturas?
Diretamente: mensalidade ÷ utilizações mensais. Uma assinatura de US$ 60 em uma academia com 12 visitas custa US$ 5 por visita – compare isso com a queda nos preços e a resposta se escreve em qualquer direção.
E quanto ao valor de revenda?
Subtraia a revenda esperada do preço antes de dividir – é um desconto na durabilidade. Desta forma, itens de qualidade com fortes mercados de revenda (ferramentas, câmeras, alguns móveis) ficam dramaticamente mais baratos por uso.